• Ricardo Papa

Gerenciamento das despesas de sua floricultura, loja de presentes e horário reduzido

Ondas de demissões estão acontecendo em todo o cenário do varejo. As empresas de flores estão sendo forçadas a fazer o mesmo - espero que apenas como uma medida temporária. 


A coisa mais difícil que qualquer empresário pode fazer é demitir funcionários. Avalie o que sua empresa floral ou de presentes pode se dar ao luxo de fazer. Aqui está uma lista de perguntas comuns para ajudá-lo a gerenciar sua equipe, incluindo as principais respostas sobre retenção, licença e demissão de funcionários.


Qual é a sua mensagem principal para a sua equipe de floristas?


Se você precisar fazer alterações temporárias na equipe, tranquilize seus funcionários sobre seu compromisso com a comunidade e com eles.

 

  • Planeje contratar de volta - para a maioria, seu objetivo é contratar de volta quando a situação melhorar

  • Frequência de comunicações - crie um plano de comunicação e informe com que frequência você avaliará a situação e a comunicação 

  • Recursos - Reúna alguns recursos por escrito (fique à vontade para usá-los abaixo!)


Qual é a diferença entre uma dispensa e uma licença? 


Funcionários contratados

  • Os que você pretende contratar de volta após algum período, normalmente são deixados "nos livros" e não receberão pagamento por nenhum período acumulado de férias ou dias de ausência. 

  • Os funcionários com licença normalmente continuam a receber benefícios de saúde. 



Trabalhadores demitidos são

  • Essencialmente demitidos e não serão recontratados

Em geral, tanto os demitidos quanto os temporários de licença temporária são elegíveis para receber benefícios de desemprego se tiverem recebido uma quantia suficiente em salários no ano anterior para se qualificarem. 



Seguro-desemprego: posso perder o direito? O que muda com a nova MP?


Quem tiver a jornada e o salário reduzidos receberá um auxílio do governo proporcional ao valor do seguro-desemprego. Mas caso o trabalhador seja demitido no futuro nada muda nas regras do benefício.


A medida anunciada pelo governo que autoriza as empresas suspenderem contratos de trabalho e reduzirem, proporcionalmente, a jornada de trabalho e os salários dos empregados prevê um auxílio emergencial da União proporcional ao valor mensal do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito se fosse demitido.


O benefício emergencial será calculado levando-se em conta as regras atuais do seguro-desemprego. Mas, de acordo com o governo,não haverá nenhum desconto caso o trabalhador seja demitido no futuro. Assim,nada mudará nas regras para requisição do seguro-desemprego.


"Pelo texto da medida provisória, o pagamento do benefício não vai alterar a concessão ou alteração do valor do seguro desemprego a que o empregado vier a ter direito", informou o Ministério da Economia.


Veja abaixo as regras do seguro-desemprego e como funcionará a compensação anunciada pelo governo:


Como é calculado o valor do seguro-desemprego?


O valor do seguro-desemprego varia atualmente de R$ 1.045 a R$ 1.813,03. O benefício máximo é pago aos trabalhadores com salário médio acima de R$ 2.666,29.


O valor do benefício é calculado a partir da média salarial dos últimos três meses anteriores à demissão. No entanto, o valor da parcela não pode ser inferior ao salário mínimo vigente, que é de R$ 1.045. Veja quadro abaixo:


Quem tem direito ao seguro-desemprego?

Tem direito ao seguro-desemprego o trabalhador que atuou em regime CLT e foi dispensado sem justa causa, inclusive em dispensa indireta – quando há falta grave do empregador sobre o empregado, configurando motivo para o rompimento do vínculo por parte do trabalhador.


Também pode requerer o benefício quem teve o contrato suspenso em virtude de participação em programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, o pescador profissional durante o período de defeso e o trabalhador resgatado da condição semelhante à de escravo.


Não é permitido receber qualquer outro benefício trabalhista em paralelo ao seguro nem possuir participação societária em empresas.


Como funciona e quanto tempo dura?

O trabalhador recebe entre 3 a 5 parcelas, dependendo do tempo trabalhado. O trabalhador recebe 3 parcelas do seguro desemprego se comprovar no mínimo 6 meses trabalhado; 4 parcelas se comprovar no mínimo 12 meses; e 5 parcelas a partir de 24 meses trabalhado.

Para solicitar o seguro-desemprego pela 1ª vez, o profissional precisa ter atuado por pelo menos 12 meses com carteira assinada em regime CLT.


Para solicitar pela 2ª vez, precisa ter trabalhado por 9 meses. Já na 3ª e demais, no mínimo 6 meses de trabalho. O prazo entre um pedido e outro deve ser de, pelo menos, 16 meses.

Como solicitar o seguro-desemprego?


O seguro-desemprego pode ser solicitado diretamente no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal www.gov.br.


Todas as unidades da Secretaria do Trabalho nas 27 unidades da Federação estão com atendimento presencial suspenso em razão da pandemia de coronavírus.


Durante o período em que o atendimento presencial estiver interrompido, a recomendação é para que os trabalhadores busquem o portal de serviços do governo federal ou o telefone 158 (Alô Trabalho).


ligação é gratuita de telefone fixo de todo o país. O que não puder ser resolvido por estes canais ficará temporariamente suspenso.


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